Isso não é uma análise, é apenas um desabafo descontraído de um tema que julgo importante. Vivemos em uma geração onde cada vez mais pessoas recebem diagnósticos de transtornos diversos, como TEA, TDAH, TAB, esquizofrenia e borderline. Nesse texto, meu intuito é trazer um breve comentário acerca da vivência real de um transtorno. Recentemente fui diagnosticada com TAB (Transtorno Afetivo Bipolar) tipo 2, e isso, embora não mude minha vivência no dia-a-dia, foi uma pequena conquista, poder nomear formalmente os inúmeros sintomas que vinha sentindo desde 2024 (até antes, mas 2024 foi o ano em que isso tudo aflorou mais fortemente em mim). Antes de receber um diagnóstico, foram muitas e muitas suspeitas, sempre tendo o TAB como primeira possibilidade. Por um tempo eu fui aquele tipo de pessoa "chata" que, a cada cinco palavras, uma era "bipolar", como se minhas únicas características fossem meus, na época, possíveis sintomas. Enquanto seguia agindo da mesma maneira, fa...
Nunca achei que diria isso, mas obrigada, Marvel Studios. Thunderbolts* (destaque para o asterisco, é essencial), bem resumidamente, traz figuras em segundo plano no grande espectro do MCU se unindo e formando uma equipe improvável, de anti-heróis e vigilantes com um passado conturbado e que, sem exceção, lidam com problemas familiares, pessoais e de saúde mental. Na verdade, é um filme sobre saúde mental, vindo da Marvel Studios. Coisa que nem no cenário mais otimista imaginaria, especialmente vindo após o horror que foi Capitão Falcão vs Harrison Ford Vermelho (desculpa, Sam Wilson, torço que você tenha um arco de redenção no futuro com filmes melhores). Dessa maneira, eu, muito mais alinhada ao DCU do James Gunn ultimamente, e cética com o trabalho da Disney com esse multiverso compartilhado, decido assistir à nova produção capitalista da Marvel Studios. E quem diria... mudou minha vida? Crédito: Divulgação - The Walt Disney Company (Alerta de spoilers) Entremos no filme. Como retra...