Isso não é uma análise, é apenas um desabafo descontraído de um tema que julgo importante. Vivemos em uma geração onde cada vez mais pessoas recebem diagnósticos de transtornos diversos, como TEA, TDAH, TAB, esquizofrenia e borderline. Nesse texto, meu intuito é trazer um breve comentário acerca da vivência real de um transtorno. Recentemente fui diagnosticada com TAB (Transtorno Afetivo Bipolar) tipo 2, e isso, embora não mude minha vivência no dia-a-dia, foi uma pequena conquista, poder nomear formalmente os inúmeros sintomas que vinha sentindo desde 2024 (até antes, mas 2024 foi o ano em que isso tudo aflorou mais fortemente em mim). Antes de receber um diagnóstico, foram muitas e muitas suspeitas, sempre tendo o TAB como primeira possibilidade. Por um tempo eu fui aquele tipo de pessoa "chata" que, a cada cinco palavras, uma era "bipolar", como se minhas únicas características fossem meus, na época, possíveis sintomas. Enquanto seguia agindo da mesma maneira, fa...